Sobre as memórias afetivas: lições de Adélia Prado

Essa semana, fui surpreendida com um texto compartilhado no Whatsapp. O texto era da grandiosa escritora mineira, Adélia Prado. Confesso que sabia muito pouco sobre a autora, mas, depois de ler ao texto, fiquei curiosa para conhecê-la mais. Eu descobri que Adélia Prado nasceu em Divinópolis, em Minas Gerais, no dia 13 de dezembro de… Leia mais Sobre as memórias afetivas: lições de Adélia Prado

“O leão, o burro e o rato”

Há muito tempo atrás, no reino do Rock in’roll, esteve entre nós, pobres terráqueos que somos, um ser vindo do espaço sideral o genial Raul Seixas (1945-1989), o qual cantava mais ou menos assim: “Hey, anos 80/Charrete que perdeu o condutor/Hey anos 80/Melancolia e promessas de amor/Melancolia e promessas de amor./Pobre país carregador dessa miséria…”… Leia mais “O leão, o burro e o rato”

Aprendi com William Shakespeare

Na minha adolescência, eu descobri um poema de Shakespeare (dramaturgo e poeta inglês, 1564-1616), intitulado “O Menestrel” (inclusive tem o vídeo de um artista recitando, lindamente). Mas, ano passado o meu pai (fundador desse blog) encontrou o poema na íntegra, num livro de Língua Portuguesa, intitulado “Simples Palavras”. Decidi compartilhar com vocês o poema. Acredito… Leia mais Aprendi com William Shakespeare

Lacerda, Cazuza e o velho Mirigido

Morei em Lábrea (AM) até 1984. No início daquela década, conheci o brilhante estudante Antônio Carlos Lacerda de Souza. O jovem tinha um apelido, no mínimo, curioso: “Mirigido”. Porém, nada surpreendente. Era muito comum uns apelidarem aos outros (sem malícia; sem nomes pejorativos). O tempo foi passando, passando e tudo foi ficando distante, naturalmente. Entre… Leia mais Lacerda, Cazuza e o velho Mirigido