“Emotiva”, o magnífico disco de Hélio Delmiro

O carioca Hélio Delmiro (74 anos), é um artista genial. Considerado um dos nossos maiores instrumentistas. Um irmão influenciou seu gosto pela música. “Aos 14 anos dedica-se ao violão, entusiasmado pela bossa nova e começa a tocar em bailes, quando conheceu Victor Assis Brasil”. Com Cláudio Caribé, Márcio Montarroyos, Luizão e outros, formou o conjunto… Leia mais “Emotiva”, o magnífico disco de Hélio Delmiro

“Estado de Sítio”, a arte poética de Aldisio Filgueiras

Calma leitor! Não se trata daquele instrumento político utilizado por esse ou aquele chefe de Estado. No Brasil, por exemplo, tema está fundamentado nos artigos 137 a 142 do CF/88. Aqui, trata-se, portanto, do livro de poesia do poeta amazonense Aldisio Filgueiras, o qual fora escrito quando seu autor tinha 18,19,20 (saindo do 2º Grau)… Leia mais “Estado de Sítio”, a arte poética de Aldisio Filgueiras

Contos folclóricos, de Câmara Cascudo

Não há como gostar de Literatura sem conhecer um pouco a vida e a obra de Luís Câmara Cascudo (1998-1986). Trata-se de um dos maiores pesquisadores do Folclore Brasileiro. Nasceu em Natal (RN) e viveu quase toda a sua vida no Estado de origem. Professor, folclorista, jornalista, historiador, musicólogo, etc. “Na juventude, viveu no bairro… Leia mais Contos folclóricos, de Câmara Cascudo

Clementina de Jesus, a síntese do Brasil

Tenho orgulho da música brasileira. Em todos os tempos. Em todos os gêneros. tenho dos compositores, intérpretes, músicos, produtores, etc. É fascinantes demais ouvir vozes como a Elza Soares, Margareth Menezes, Clara Nunes, Leci Brandão, Áurea Martins, Jovelina Pérola Negra, Dona Ivone Lara, Clementina de Jesus, Teresa Cristina, Elizeth Cardoso, entre outras, advindas da autêntica… Leia mais Clementina de Jesus, a síntese do Brasil

“A brincadeira que era o carnaval”

Constam no mesmo disco (LP, capa dupla, volumes 1 e 2) “Carnaval Não É Brincadeira1”, dois comentários geniais: A Brincadeira Que Era o Carnaval e O Frevo, assinados por José Ramos Tinhorão e Marcus Vinicius, respectivamente. Na contracapa, para justificar esse título dos discos, Marcus Pereira faz este resumo: “O Brasil está precisando reinventar o… Leia mais “A brincadeira que era o carnaval”

“A poesia nova”

“É êsse * destino que eu prevejo no horizonte da literatura, nos países que constituem a República das Letras Ocidentais. O modernismo não conseguirá fixar-se, impondo integramente as suas normas, a sua técnica, a sua interpretação singular da poesia. A literatura tradicional acabará, porém, aceitando algumas das suas sugestões, utilizando diversas das suas fórmulas, adotando… Leia mais “A poesia nova”