Língua portuguesa, inculta e bela

Durante o primeiro bimestre de 2020, eu e mais uns quarenta colegas da instituição onde trabalhamos, participamos do Curso de Atualização e Capacitação Profissional. Entre as diferentes disciplinas curriculares não podia faltar a de língua portuguesa. Quando das atividades avaliativas  (uma delas), o professor nos solicitou a apresentação de uma pesquisa individual sobre o tema:… Leia mais Língua portuguesa, inculta e bela

José Bento: O HOMEM QUE ACORDOU O BRASIL

Já comentei aqui que tive um professor de Língua Portuguesa e de Literatura Brasileira e Portuguesa muito exigente. Era o irmão marista Alberto Girardi (membro da Congregação de Maria. Daí, o nome marista. Para quem não os conhece são  educadores católicos). O ano era 1979. Oitava série do primeiro grau (hoje ensino fundamental). Lábrea (AM),… Leia mais José Bento: O HOMEM QUE ACORDOU O BRASIL

As intermitências da morte, segundo Saramago

Em 1984 fui convidado a participar de uma palestra cujo tema era: “O ESTADO LAICO”. Nesse época o Brasil vivia uma grande “confusão política” (como sempre vive): sindicalistas em cada esquina, partidos de esquerda querendo o poder a qualquer preço, Diretas-já!, governo militar agonizando, etc. Desconfiado por achar que o auditório  do  Campus Universitário iria… Leia mais As intermitências da morte, segundo Saramago

Floresta do Amazonas – Villa-Lobos II (parte final)

Na semana passada foram publicadas: a crônica de Drummond sobre Villa, a exposição do BB sobre “Floresta do Amazonas“, e a declaração de Lúcia Godoy sobre a obra de Heitor. Hoje, será a análise do professor Eurico Nogueira França sobre:  “Floresta do Amazonas“, as músicas do disco, a solista Maria Godoy, o regente Morelenbaum e,… Leia mais Floresta do Amazonas – Villa-Lobos II (parte final)